As juntas dos dedos dele ficaram brancas no volante, como se a pele estivesse prestes a rasgar.
E eu continuei, fingindo inocência enquanto deslizava a ponta do dedo pela minha coxa.
— E talvez, depois que você terminar de castigar a minha garganta... — Murmurei, doce como veneno — Você possa me virar sobre aquela mesa de novo e me lembrar por que você odeia ser interrompido.
Eu vi.
A faísca.
O estopim queimando atrás dos olhos dele, aquela sombra selvagem que sempre nascia quando eu cutucava a