— Goze — Ele ordenou. — Agora.
E eu gozei.
Alta. Trêmula. Encharcada. Gritando o nome dele como se fosse um maldito hino oferecido à própria lua.
— DAMON... EU TÔ GOZANDO... EU TÔ GOZANDO TÃO FORTE... PORRA... EU NÃO CONSIGO... AH, DEUSA... ME FODE... ME ARREBENTA... ME ARREBENTA DE VERDADE!
Então eu estava indo. Tipo, fui. Tipo, tremendo, me contorcendo, agarrando punhados da mesa como se eu estivesse prestes a cair pelo centro da terra e levar cada gemido comigo.
A minha boceta estava apertand