Ele não rosnou. Ele não sussurrou.
Ele apenas falou.
(Arranca o pau dele.)
A voz dele dentro da minha cabeça veio cheia, profunda, faminta, vibrando como ferro arranhando pedra.
(Arranca e enfia na boca dele. Faz ele engasgar. Faz ele vomitar sangue. Faz ela ver. Deixa ela assistir ao que fazemos com quem toca no que é nosso.)
Cerrei os punhos. O ar queimou na minha garganta. Os músculos pulsaram debaixo da pele como ondas prestes a romper.
“Pare,” murmurei pela conexão, o maxilar rígido, as vei