O corredor da UTI parecia mais silencioso do que deveria, como se o próprio hospital estivesse segurando a respiração junto com eles. Mesmo com o vai e vem constante de enfermeiros, o som distante de equipamentos e o movimento controlado típico daquele ambiente, existia um peso invisível que impedia qualquer sensação de normalidade. Era o tipo de silêncio que não acalmava, apenas aumentava a espera, esticava os minutos e transformava cada segundo em algo difícil de suportar.
Quando a enfermeira