O celular foi colocado sobre a mesa com um cuidado quase cerimonial, como se todos ali soubessem que aquele objeto, aparentemente comum, carregava muito mais do que simples dados. Naquele momento, ele era a peça central de todo o quebra-cabeça. O inspetor observava o aparelho em silêncio, os olhos fixos, enquanto um dos agentes o recolhia usando luvas, tomando cada precaução necessária para preservar qualquer vestígio digital. Não se tratava apenas de um telefone. Era a possível ligação direta