Quando recuperei a consciência, estava deitada em uma cama de hospital, o cheiro forte de desinfetante no ar.
Minha mãe estava ao lado, descascando uma maçã, enquanto meu pai, no sofá, exibia uma expressão de preocupação.
Tentei falar, mas minha boca estava seca, incapaz de formar palavras.
Nesse momento, um policial entrou no quarto, batendo levemente na porta.
Observei ele se aproximar, com um olhar avaliativo.
— Olá, é a Débora Pereira?
Meu pai levantou-se, e ao ver que eu havia acordado, con