Fiquei aliviada, pronta para ganhar tempo no banheiro, mas outro homem me segurou.
— Tomar banho sozinha é chato, vamos juntos!
O homem baixo, sorrindo lascivamente, começou a me tocar.
Sentia repulsa, mas não podia demonstrar.
Uma ideia surgiu, e olhei para o homem que me soltou, insinuando algo.
— Só nós dois, não é bom, né?
Os três se entreolharam, o clima tenso.
Nesse momento, a campainha quebrou o silêncio.
César foi até a porta, espiando pelo olho mágico.
— Quem é?
— Senhor, sou do hotel,