O hidroavião cortou o céu das Maldivas como uma lâmina de prata sobre um espelho de safira. Dentro da cabine, o silêncio era preenchido apenas pelo som rítmico dos motores e pelo pulsar acelerado de dois corações que, pela primeira vez em anos, não batiam em alerta, mas em antecipação. Alexander segurava a mão de Evelyn, seus dedos entrelaçados com uma firmeza que dizia mais do que qualquer juramento. Ele a observava de soslaio, admirando como a luz do sol, filtrada pela janela, dançava em seus