O silêncio que se seguiu ao beijo na lanchonete do hospital não era apenas a ausência de som; era um reconhecimento sagrado. O ar ao redor de Evelyn e Alexander parecia finalmente vibrar na frequência correta depois de três anos de uma estática dolorosa e buscas silenciosas. Os lábios de Evelyn ainda queimavam, e o toque de Alex deixara um rastro de eletricidade que ela julgava ter sido apenas um delírio daquela noite, mas que seu corpo, agora, celebrava com uma precisão assustadora.
— Eu nunca