A primeira luz da manhã de Manhattan atravessava as frestas da persiana do hospital, pintando listras douradas sobre o piso de granito. O silêncio da madrugada havia sido substituído pelo som suave do monitor cardíaco e pela respiração profunda e sincronizada dos três. Evelyn dormia com o rosto aninhado no peito de Alexander, as mãos dele a envolviam em um abraço protetor, mesmo em meio ao sono pesado. Eles haviam passado a noite dividindo a mesma poltrona larga ao lado do leito, recusando-se a