83. Medo
Caroline Hart
O medo não era só meu, era ancestral. Eu andava de um lado para o outro pela mansão, sentindo o suor frio escorrer pela minha nuca. O maldito relógio marcava três da manhã e Damon ainda não voltou.
Daiana rezava baixinho, o rosto pálido. Tudo estava silencioso, exceto pelo som apressado do meu coração.
"Isso vai demorar muito?" eu murmurei, tentando controlar a voz para não tremer.
"Normalmente a alcateia não é atacada assim, Hart. Mas... dessa vez... é diferente. Tem cheiro de