POV Liah
Acordei com o gosto de ferro na boca.
Não sabia se era do sonho... ou do presságio.
Aelyra não chorava. Nunca chorava. Ela apenas observava, como se esperasse o momento certo para despertar algo que nem mesmo eu, sua mãe, ousava nomear. Seus olhos estavam abertos no berço de pedra. Negros. Antigos. Falsamente quietos.
Rael dormia ao lado dela, sereno como um raio de sol. Mas ela... ela era tempestade represada.
Me aproximei em silêncio, sentindo a pele arrepiar com o frio anormal