— Ah não, estou sonhando! — As palavras saem quase em um suspiro, com uma incredulidade que me rasga por dentro. Ele está me fazendo sentir um mix de raiva e frustração de tal forma que não sei se quero rir ou gritar.
Ele dá uma risadinha baixa, claramente satisfeito com o jogo que armou para mim, e se senta devagar, balançando a cabeça em um claro sinal de desaprovação, como se fosse natural ele brincar com minhas emoções, como se ele estivesse controlando tudo.
— O que te diverte tanto? — Per