O telefone dele toca novamente. Vou arrumar minhas coisas, mas algo me paralisa por dentro, um frio que sobe pela espinha. É como se estivesse prestes a reviver um pesadelo.
Fico parada, segurando minha malinha, observando Ryan terminar suas ligações. Me permito uma última olhada para a paisagem paradisíaca lá fora: o mar se estendendo até o horizonte, o cheiro salgado no ar, o som das ondas quebrando suavemente na costa. Tudo parece querer me segurar aqui. As coisas boas sempre acabam…
Talvez