Acordei e fiquei ali alguns segundos, com os olhos fechados. O silêncio do quarto denunciava que eu estava sozinha. O corpo ainda guardava o calor da noite anterior, mas havia um espaço vazio ao meu lado.
Aproximei o pulso do rosto e respirei profundamente.
“O perfume ainda está presente. Carlos precisa sentir isto.”
Abri os olhos. O sol iluminava o ambiente por entre as cortinas. Não fazia ideia das horas e, pela primeira vez em muito tempo, eu não estava preocupada. Sentia que o que vivi onte