— AGORA! FOGE! — Sem querer pensar mais a respeito, me levantei ficando curvada, chutei as portas do furgão às abrindo e sair.
Corri como se minha vida dependesse disso e realmente dependia. Meus braços amarrados para trás doíam pelo esforço que eu fazia para correr. Ouvir um tiro, mas ainda assim continue correndo.
— ME AJUDEM! POR FAVOR, ME AJUDEM! — Gritei para algumas janelas dos carros parados, mas ninguém ligava, muitos até as fecharam.
Chorava desolada, cansada demais para continuar