— Bom dia! — Tornei a repetir com mais ênfase.
— Bom dia! — Ela respondeu, sentando em sua cadeira. — Em que posso ajudá-las?
— Ontem houve uma prova aqui...
— Sim, houve! — Ela afirmou. — O que tem a prova? Seu filho não fez?
— O meu IRMÃO... — Enfatizei as palavras, pois eu tinha certeza que a recepcionista avisou quem sou eu para ela. — Me disse que a senhora o acusou de colar a prova e o fez fazer prova novamente por não acreditar nele.
— E quem é o seu irmão? — Me perguntou petulante