Meu filho era um garoto falante e feliz. Eu não pude ignorar como ele era cercado de amor e, tanto quanto eu estava magoado com a mãe dele por ela ter escondido ele de mim, eu também estava grato por ela tê-lo educado tão bem e dado tanto carinho a ele. Toninho tinha um papel importante na vida do garoto. Eu sabia pela forma orgulhosa e carinhosa com que ele falava do tio. Toninho tinha feito o papel de pai. O meu papel. Mesmo tão jovem. E ainda cuidou para que o garoto soubesse tudo sobre mim.