Os olhos dele endurecem por um instante, mas ele não responde. Porque sabe que não há resposta possível.
Faço um gesto com a mão, descartando-o como um pedaço de papel inútil. “Agora saia.”
Ele hesita. Abre a boca como se fosse dizer algo, mas eu não estou interessado.
“Eu…”
“Saia.” Minha voz se torna um comando frio, inegociável, enquanto aponto para a porta.
Ele não discute. Apenas se vira e caminha para fora, fechando a porta atrás de si. O silêncio retorna, mas desta vez, carrega um peso ma