Sem pensar, me viro, e antes que ela tenha tempo de reagir, puxo seu corpo para o meu. Minhas mãos a envolvem com uma força quase desesperada, fechando meus braços ao redor dela, apertando-a contra mim como se fosse a única coisa que ainda me conectasse à realidade.
Eu a sinto pequena em meus braços, tão frágil, tão vulnerável.
E ela não resiste. Não se afasta. Em vez disso, ela se deixa ir, apoiando a cabeça no meu peito, permitindo que o peso da dor que a consumia encontre algum tipo de alí