POV Isabela Costa
A luz cinzenta e fraca da manhã de sexta-feira invadiu a sala pelo vão das persianas, anunciando a chegada impiedosa do sol.
Eu acordei sentindo o calor e o peso do braço de Leonel atravessado na minha cintura, ancorando-me ao sofá. Uma sensação de completude inédita inundava meu peito. Eu respirei o cheiro dele na lapela da camisa amassada em que meu rosto descansava e sorri internamente. Pela primeira vez na vida, a manhã não me aterrorizava.
Mas essa doce calmaria durou men