VIOLLETA PETROVA
Durante o trajeto para onde Stefano disse que era minha verdadeira casa, mal consigo conter a ansiedade. Desde que entramos no pequeno avião particular, até pararmos na Grécia e depois na última descida em Istambul, não consigo parar de tremer. Estou morta de medo. A presença de Stefano me faz bem, mas não diminui meus pensamentos. E se esse homem não for meu pai? E se ele estiver errado? E se não me reconhecer ou me rejeitar? Não terei para onde ir.
Mesmo assim, fico impressi