SARAH
Estou prestes a completar vinte e sete anos, enquanto minha filha logo fará onze. Nunca me arrependi de tê-la. Nunca cogitei abandoná-la. Sei que algumas mulheres tomam essa decisão por não terem outra escolha, e jamais as julgaria.
Às vezes, a única forma de garantir segurança a uma criança é entregá-la para adoção. Mas o que não aceito é a crueldade. Não consigo entender como alguém pode fazer mal a um ser indefeso, a uma criança que não pediu para nascer e que não tem culpa de nada. P