EMMA
Eu já estava entregue. No apertado banheiro do avião, não havia escapatória. Em vez de fugir, me rendi. O desejo fervia dentro de mim, e logo gemidos roucos escaparam dos meus lábios.
David deslizou as mãos firmes pelo meu corpo, abaixou minha roupa íntima e, com um movimento ágil, desabotoou a própria calça. Seu membro rígido roçou contra minha pele quente, despertando um arrepio intenso.
— Desculpe, linda... — ele sussurrou com a voz rouca, os olhos brilhando de desejo. — Eu adoraria ter