NICHOLAS
Dirijo-me ao quarto da minha irmã e bato firme na porta. O som ecoa pelo corredor silencioso. Alguns segundos depois, Emma abre, com a expressão fechada, como se estivesse pronta para um confronto.
— Oi, Emma! Por que você não atendeu minhas mensagens? — pergunto, cruzando os braços. — E o que está acontecendo? Você não é assim.
Ela revira os olhos e solta um suspiro impaciente.
— Tá bom, deixa pra lá, depois você me conta. Estamos atrasados agora.
— Não está acontecendo nada. Só esta