Acordo e me espreguiço sobre a enorme cama da Suíte Royal do Iate Club. Lençóis absurdamente macios, quarto e banheiro perfumados e tão limpos, que não dá vontade de sair mais daqui.
Olho para o lado e Park não está. No lugar dele há um bilhete e ao lado da cama um carrinho com um café da manhã repleto de gostosuras.
Abro o bilhete que está dobrado ao meio e leio na caligrafia bonita:
“Márcia, bom dia, minha joia mais preciosa. Tive uma emergência no navio, nada demais. Não quis te acordar. Coma o seu café da manhã e venha ao meio-dia para o restaurante do Iate Club, estarei lhe aguardando para almoçarmos juntos. Tenho uma coisa muito especial para dar a você. Eu te amo.”
Leio o bilhete com um sorriso boboca no rosto. Está tudo tão perfeito, estou tão feliz que dá até medo!
Ah, que palhaçada, Márcia! Balanço a mão à frente do meu rosto como se estivesse espantando os pensamentos intrusivos. Doida.
Depois dessa noite, em que mal dormimos, eu estava exausta mesmo! Fiquei cada segundo a