Acordo e me espreguiço sobre a enorme cama da Suíte Royal do Iate Club. Lençóis absurdamente macios, quarto e banheiro perfumados e tão limpos, que não dá vontade de sair mais daqui.
Olho para o lado e Park não está. No lugar dele há um bilhete e ao lado da cama um carrinho com um café da manhã repleto de gostosuras.
Abro o bilhete que está dobrado ao meio e leio na caligrafia bonita:
“Márcia, bom dia, minha joia mais preciosa. Tive uma emergência no navio, nada demais. Não quis te acordar. Com