— Aquela papo, de apartamento, é sério?
Ela sorriu.
— Quer mesmo falar disso agora?
Pressionei os olhos, vendo aquela carinha de safada dela. Eu sei bem o que ela queria.
— Não.
Ela sorriu devorando minha boca.
Safada do caralho, me usa prós seus desejos indomáveis.
— Vai...
Bati na sua bunda.
— Senta ai, safada.
Ela sorriu, sentando na garupa.
Neguei a mim mesmo, era um homem domado, quem diria.
....
Assim que a porta do loft fechou, a gente já estava se beijando,