POV: BLAKE
Os ataques dos errantes estavam se tornando cada vez mais frequentes.
Soquei a cara daquele desgraçado com toda a força, sentindo o nariz dele quebrar sob meus dedos. O sangue espirrou quente na minha mão. O empurrei com violência contra a parede de tijolos, o prendendo ali como um inseto. Enfiei dois dedos logo abaixo das costelas dele e torci devagar, sentindo a carne ceder e os ossos rangerem.
Ele berrou como um porco sendo abatido, o som ecoando no beco escuro.
— Se eu torcer ma