“Ali.” Oliver apontou para um prédio grande em forma de círculo. A cúpula tinha um topo de vidro transparente, mas o que mais me chamou a atenção foram todas as portas abertas. Quanto mais nos aproximávamos, mais via pessoas reunidas no centro do chão. Seus guerreiros estavam de guarda, mas, como prometido, sem armas.
Somente seus suaves lamentos e choros eram ouvidos enquanto entrávamos. Os homens endireitaram as costas, mas se curvaram em respeito. “Não queremos fazer mal.” Um homem, que foi o