Luna despertou com um sobressalto, o coração martelando no peito. O sofá de couro frio sob sua pele contrastava com o calor febril que percorria seu corpo. O escritório de seu pai estava mergulhado em penumbra, iluminado apenas pelo brilho bruxuleante da lareira.
Ela piscou várias vezes, tentando entender como havia parado ali. A última coisa de que se lembrava era… a mordida. A voz dele. As presas. O sangue.
Um arrepio subiu por sua espinha quando sentiu um movimento próximo.
— Querida, v