Não havia luz.
Nem escuridão.
Nem espaço.
Nem tempo.
O que existia…
não podia ser descrito com nenhuma referência anterior.
Era absoluto.
Cru.
Primordial.
E ainda assim…
eles estavam lá.
Não como corpos.
Não como formas.
Mas como presença.
Consciência.
Inteira.
Sem separação.
Sem fronteiras.
A voz ecoou novamente.
Não atravessando o ambiente…
mas surgindo diretamente na essência de cada um.
— Vocês demoraram.
Aeren foi o primeiro a reagir.
— Ah, claro.
— A gente atravessa o vazio absoluto e ain