No profundo porão de pedra, onde a luz jamais penetrava e o frio era a única constante, o Sacerdote Negro se envolvia em seus rituais malignos. As trevas o envolviam como um manto vivo, alimentando-se de sua malícia e poder. O ar estava pesado com o cheiro de incenso e sangue coagulado, e o som de murmúrios sinistros reverberava pelas paredes. Os cantos escuros estavam habitados por sombras pulsantes que pareciam sussurrar segredos e conspirações.
O Sacerdote Negro, envolto em seu manto negro,