Parte 5...
Seria muito difícil fazer com que um juiz acreditasse em sua inocência, teria que contar com a sorte. E com dinheiro suficiente para pagar um ótimo advogado para defendê-la das acusações.
— Você... Você não é... Pervertido, é? - ela perguntou com dificuldade.
Ele riu e se aproximou, pegando sua mão e trançando os dedos. Com a outra mão segurou seu queixo.
— Está perguntando se eu gosto de coisas estranhas no sexo... Como bater ou amarrar? - correu o dedo em seu lábio — E de transa