DAVINA
Eu estava paralisada, com a mente correndo a mil por hora, tentando processar tudo o que Gutemberg acabara de me dizer. O encarei com os olhos arregalados, minha respiração acelerada. Ele podia não ter sabido antes, mas ainda assim, deveria ter me contado. Ele devia ter me dado alguma explicação assim que ficou sabendo.
— Como você pôde não me contar? — Minha voz saiu mais alta do que eu queria, mas a frustração e o medo me tomaram de surpresa.— Você sabia que o seu pai e não me contou.