DAVINA
Eu engoli em seco, o desconforto crescendo. Estar sozinha com ele no carro já era complicado. Ir para a casa dele? Algo me dizia que as coisas estavam prestes a ficarem mais confusas.
Gutemberg estacionou em frente a um prédio de fachada discreta, suas luzes piscando suavemente como se refletissem meu estado interno. Antes que eu pudesse pensar em abrir a porta e sair correndo, ele já havia contornado o carro e aberto a minha porta, sua mão segurando meu braço com firmeza, mas sem machuc