DAVINA
O quarto era silencioso, exceto pelo som suave da chuva lá fora. Meia-noite tinha me conduzido até lá, e agora estávamos apenas nós dois, a tensão pairando no ar como algo quase palpável. Eu estava parada, perto da cama, hesitando. O cheiro familiar dele ainda estava no ar, mas não era o suficiente para me fazer esquecer a insegurança que me tomava.
Essa era a segunda vez que eu ia dormir com Meia-noite, e a sensação era estranhamente diferente. Não pela proximidade, porque, na verdade, e