O movimento rítmico do quadril dela é técnico, profundo e devastador. A cada rotação, sinto a pressão interna me esmagando, me puxando para dentro de um vácuo de prazer que me faz perder o fôlego. Eu arqueio as costas, sentindo o suor começar a brotar na minha testa, enquanto tento acompanhar a cadência que ela impõe. Meus dedos se cravam no lençol, tentando encontrar algum ponto fixo em um mundo que ela acabou de tirar do eixo.
"Onde foi que você aprendeu a ter tanto controle sobre o caos?" su