- Eu também. – Confessei.
- Porque ele pode estar diferente das fotos que temos, não é mesmo?
- Você... Olha as fotos?
- Às vezes eu pego no seu celular. Eu acho que sinto saudade dele.
Deu um nó na minha garganta. Segurei as lágrimas antes de dizer:
- Eu não sabia que era possível sentir saudades de alguém que a gente não conhece.
- Mas é, mamãe. – Ela disse seriamente.
- Eu já lhe disse que a gente ainda vai encontrá-lo, não é mesmo?
- Já... Mas eu não vou me importar se você arranjar um namo