Jefferson Albuquerque
No dia seguinte fiz o trajeto até o hospital, ao chegar lá, fui direto para o quarto onde Júnior estava. O ambiente estava tranquilo, mas havia uma aura de melancolia pairando no ar. Quando entrei, vi meu irmão deitado na cama, encarando o teto com uma expressão distante no rosto.
— Ei, mano. Como você está se sentindo? – Perguntei, tentando soar o mais animado possível, apesar da preocupação que me consumia por dentro.
Junior virou o rosto para me encarar, seus olhos cans