Já havíamos perdido as contas de quantas latinhas tínhamos bebido, e depois de várias conversas aleatórias, David finalmente me perguntou o motivo de eu ter ido até o trabalho de Rafael. Eu me levantei, peguei a minha bolsa e lhe dei o cartão. Assim que ele leu, olhou para mim com o cenho franzido.
— Ele te mandou um bilhete com desculpas depois de quatro anos?
— Amigo, você leu direitinho o bilhete, não achou nada estranho?
— É tarde demais agora para pedir desculpa? Porque eu sinto falta mais