Mundo ficciónIniciar sesiónElena Rossi
O helicóptero tocou o solo com um impacto seco, e as hélices continuaram girando acima de nós como lâminas invisíveis rasgando o ar. O vento levantou poeira e folhas. Meu estômago se contraiu como se o chão ainda estivesse longe demais para ser real.
Damian foi o primeiro a se levantar.
Desafivelou o cinto, abriu a porta antes mesmo do piloto anunciar a liberação total. O ar frio da manhã entrou cortante, trazendo o cheiro de grama molhada e combustível. Eu o segui, ainda sentindo as pernas instáveis, como se tivesse atravessado não apenas o céu, mas uma fronteira que não me permitiria recuar.
A poucos metros do heliponto, um carro preto aguardava com o motor ligado. O m







