Mundo de ficçãoIniciar sessãoDamian Cavalari
Não era para significar nada.
Era isso que eu repetia mentalmente enquanto subia as escadas que levavam ao convés principal, enquanto observava o dia ainda nascendo em tons pálidos ao redor do iate.
Elena Rossi não era para significar nada.
Ela era um contrato, uma transação, uma escolha estratégica. Uma lembrança viva da promessa que eu fiz a mim mesmo: Nunca mais acreditar em olhares limpos, vozes suaves, promessas sussurradas.
Enquanto o vento cortava o ar, trazendo o cheiro salgado do mar e o murmúrio distante das ondas, eu soube, antes mesmo de vê-la, que ela estava ali. O corpo reconheceu antes da razão. O estômago contraiu, meus ombros







