A PEDRA VERMELHA cintilava através do reflexo no espelho engordurado acima da pia, que há muito deixara de ser branca. Meus olhos estavam presos no pequeno pingente hexagonal pendurado em meu pescoço. O tom rubro e brilhante me lembrava de cada sangue derramado, de cada vida ceifada por minha causa. E foi tudo o que me restou de uma vida que ficou para trás.
Uma vida que, no fundo, nunca pertenceu à verdadeira Angeline Collins, destinada a transformar tudo de bom em cinzas e destruição por causa