O silêncio no sedã blindado foi rompido apenas pelo som da respiração ritmada de Fiorella. Ela guardou o celular na bolsa, recusando-se a derramar mais uma única lágrima por um homem que tentava mercantilizar a saúde do próprio filho.
Se Jackie Potter acreditava que a verba para o tratamento de Ben serviria de coleira para forçá-la a assinar uma partilha de bens miserável, ele estava redondamente enganado. Fiorella Malta não era mais a dona de casa submissa que ele moldara nos últimos quatro ano