Suspiro fundo, me olho no espelho do enorme banheiro do Grupo Dagolis, ligo a torneira, molho os pulso, passo a mão unida no pescoço, trabalhar com o Sr Vlad é horrível, ele é um monstro. Nesses dois meses o vi tomar empresas, sem um pingo de compaixão, juro que às vezes chego a pensar que ele não é cego coisa alguma. Ajeito minha roupa e volto para sala ele está ao telefone me sento e começo a organizar sua agenda.
“Cancele tudo, vou precisa viajar. Estarei de volta em quinze dias”, ele fala u