Adam
Minha mãe havia prometido, no leito de morte da mãe de Kaia, que a protegeria; cuidou dela como se fosse uma filha. Eu não queria ver a cara de decepção dela. Só que tudo tem limite. Kaia estava se aproveitando para manipulá-la.
A vagabunda encolheu-se, assustada.
— Nunca mais volte à minha casa. — Segurei-a pelo pescoço, levantei-a quando seus pés saíram do chão e seu rosto tomou uma tonalidade vermelho-arroxeada. Meu pai rosnou meu nome e eu a soltei. Ela caiu com um baque surdo no chã