Ela entrou no carro como se estivesse fugindo, deu partida e acelerou como uma louca.
Só parou quando estava bem longe do sanatório.
O carro parou com um chiado agudo dos freios, ficando atravessado numa área deserta.
A cabeça da Sara foi jogada para frente pelo tranco da frenagem.
Ela segurava o volante com força, pálida...
Respirando pesadamente...
Foi a Laura que empurrou aquela mulher!
Não foi ela!
Ela não fez nada!
Mesmo que a Laura fale bobagens, quem acreditaria nas palavras de uma louca?