O sol ainda não havia alcançado o topo das árvores quando Aurora e Gustavo seguiram em direção à velha figueira marcada no mapa de Gabriel.
A brisa da manhã carregava o cheiro de terra molhada, e o canto dos pássaros quebrava o silêncio da fazenda.
Aurora segurava o mapa com cuidado, a marca em forma de "X" parecia simples, mas agora tinha um significado enorme.
— O tio Gabriel desenhava bem? — perguntou ela enquanto caminhavam.
— Muito bem. Ele dizia que, quando cansava das palavras, desenhava