Fiquei pensando naquela resposta que deu o meu coração tremer.
Não penso duas vezes, saio do aperto dele e corro muito, entro no meu quarto e fecho a porta.
Com coração batendo freneticamente em meu peito, o ouço bater na porta.
Bater não!
Ele praticamente esmurra a porta.
Toc! Toc! Toc!
— Luísa Ross, abre essa porta!!! — Ele grita.
Ele me chama usando o sobrenome dele.
— Sabe que eu tenho as chaves reservas, não sabe? — Começo a ficar nervosa.
Meu Cristo, e se ele abrir? Eu estou lascada.
—