Audrey rasteja pelo chão da sala, sentindo o frio gélido contrastar com o calor febril de sua pele. Seus movimentos são lentos e descoordenados enquanto estica o braço, puxando a bolsa pela alça. Tremendo, ela a abre e começa a procurar desesperadamente pelo celular. Ao encontrá-lo, liga para Hunter, seus olhos fixos no teto como se implorassem por uma resposta.
— Vamos, meu amor, atenda. — Murmura, a voz embargada pelas lágrimas que escorrem livremente pelo rosto. — Por favor, Hunter, atende.